Nas Sagradas Escrituras, encontramos relatos de pessoas que vivenciaram experiências transformadoras ao exercerem a fé. Um exemplo notável é a cura dos dez leprosos, registrada em Lucas 17. Nessa passagem, é possível identificar dois tipos de fé:
Fé para alcançar o milagre
“De caminho para Jerusalém, passava Jesus pelo meio de Samaria e da Galileia. Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e lhe gritaram, dizendo: ‘Jesus, Mestre, compadece-te de nós!’ Ao vê-los, disse-lhes Jesus: ‘Ide e mostrai-vos aos sacerdotes.’ Aconteceu que, indo eles, foram purificados” (Lucas 17:11-14).
Fé para se arrepender e ser salvo
“Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano” (Lucas 17:15-16).
Atualmente, muitas pessoas se dedicam a buscar milagres, colocando sua fé nessa busca – e isso não está errado. No entanto, o problema é que poucas demonstram a mesma entrega quando se trata de alcançar a salvação. Muitas não recebem o Espírito Santo, a presença da Santíssima Trindade, dentro de si, porque não se arrependem.
O arrependimento é diferente do remorso. Enquanto o remorso é uma mudança passageira, o arrependimento promove uma transformação genuína. Ele encerra um passado de dor e sofrimento e abre portas para uma vida completa, especialmente no que diz respeito à salvação da alma.
Por isso, voluntários da UNP em diversas localidades têm se empenhado para que todos possam receber o Espírito Santo. Esse processo começa com o arrependimento, que nasce do fundo da alma e faz com que o Espírito Santo desça sobre a pessoa, cumprindo assim a Palavra de Deus:
“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” (2 Coríntios 5:17).

