Eu perdoo, perdoado serei

Quando depositamos expectativas em algo ou alguém, a tendência é nos frustrarmos, pois o que recebemos, em sua maioria, não corresponde à expectativa que alimentamos internamente. Nesse momento, sonhos são frustrados devido a erros ou más decisões. E essa perda, frequentemente, gera uma mágoa que fica sendo cultivada no íntimo da alma por dias, meses, anos, e, por que não, décadas?

A mágoa pode ser comparada a um fardo pesado, que ultrapassa nossa capacidade de carregar. Mas por que, então, continuar com ela? Muitos, como uma forma de vingança contra quem os prejudicou, mantêm esse sentimento que, dia após dia, os destrói sorrateiramente.

Embora não possamos voltar no tempo e mudar o passado, podemos mudar o presente com o objetivo de construir um futuro melhor. O primeiro passo para isso é o perdão. O perdão fecha a porta para o sofrimento e abre a porta para a vida que sempre sonhamos.

Essa decisão crucial — perdoar — tem sido levada à população carcerária. Com o mais recente best-seller do Bispo Edir Macedo, “O Prazer da Vingança”, os reclusos têm aprendido que, para ser perdoados por Deus, primeiro é preciso liberar o perdão àqueles que os feriram.

Essa decisão crucial — perdoar — tem sido levada à população carcerária. Com o mais recente best-seller do Bispo Edir Macedo, “O Prazer da Vingança”, os reclusos têm aprendido que, para ser perdoados por Deus, primeiro é preciso liberar o perdão àqueles que os feriram.

No Complexo Penitenciário da Mata Escura, o bispo Sérgio Correa, responsável pela Igreja Universal na Bahia, participou, acompanhado de voluntários da UNP, do lançamento do livro O Prazer da Vingança, mencionado anteriormente.

Da esquerda para a direita: primeiro, Bispo Sérgio Correa e, em seguida, Pastor Pedro, responsável pelo trabalho da UNP na Bahia.

Fotos: UNP Comunicação

Mas quem perdoa nunca perde. Só ganha, e ganha com Deus. Tem riqueza maior e melhor do que essa? […] Portanto, o perdão precisa ser rápido. Precisa ser hoje. Precisa ser agora (Bispo Edir Macedo, O Prazer da Vingança).

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